Tem-se assistido, à escala global, a profundas alterações no sector bancário: escassez de liquidez, elevada morosidade, grandes bancos com importantes prejuízos, necessidade de intervenções do Estado, falência de algumas entidades, assim como a absorção de outras, e uma grande crise de confiança no sistema.
O sector bancário em todo o mundo sofreu profundas transformações. A crise financeira internacional obrigou à adaptação a uma conjuntura onde a eficiência, inovação tecnológica, gestão do risco, rentabilidade e criação de valor para os clientes, accionistas e sociedade em geral se assumem como desafios cada vez mais importantes. Marcadas por uma crescente concorrência, progressivo estreitamento das margens, globalização e nova regulamentação,
Competição e concorrência continuam a marcar o sector segurador, acrescidos de novas obrigações em termos de transparência e governação empresarial. Este enquadramento é particularmente exigente para as empresas que, por esta razão, atravessam fases de ajustamento, reorganização ou reestruturação, obrigando os seus recursos humanos a atualizar conhecimentos e informação e a desenvolver novas competências.
Em paralelo, o mercado financeiro, onde as Seguradoras desenvolvem a sua atividade, está em permanente inovação, estudando e apresentando novos produtos.